segunda-feira, 28 de maio de 2012


Introdução 
  Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.
   Processo de abolição da escravatura no Brasil 
 Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana. Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos. Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.
Abolição da Escravatura
 Em 13 de maio de 1888, aPrincesa Isabel sancionou a Lei Áurea que aboliu oficialmente otrabalho escravo no Brasil. O fim da escravidão foi o resultado das transformações econômicas e sociais que começaram a ocorrer a partir da segunda metade do século 19 e que culminaram com a crise doSegundo Reinado e a consequente derrocada do regime monárquico.A ruptura dos laços coloniais e a consolidação do regime monárquico no Brasilasseguraram a manutenção da economia agroexportadora baseada na existência de grandes propriedades rurais e no uso da mão de obra escrava do negro africano. A escravidão, e a sociedade escravista que dela resultou, foi marcada por um estado de permanente violência.
Mas desde os tempos coloniais, os escravos
negros reagiram e lutaram contra a dominação dos brancos, através da recusa ao trabalho, de rebeliões, de fugas e formação de quilombos.
  A vida dos negros brasileiros após a abolição
  Após a abolição, a vida dos negros brasileiros continuou muito difícil. O estado brasileiro não se preocupou em oferecer condições para que os ex-escravos pudessem ser integrados no mercado de trabalho formal e assalariado. Muitos setores da elite brasileira continuaram com o preconceito. Prova disso, foi a preferência pela mão-de-obra europeia, que aumentou muito no Brasil após a abolição. Portanto, a maioria dos  negros encontrou grandes dificuldades para conseguir empregos e manter uma vida com o mínimo de condições necessárias (moradia e educação principalmente).
O início do processo de libertação dos escravos e fim da escravidão 
  Na segunda metade do século XIX surgiu o movimento abolicionista, que defendia a abolição da escravidão no Brasil. Joaquim Nabuco foi um dos principais abolicionistas deste período.A região Sul do Brasil passou a empregar trabalhadores assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros, a partir de 1870.  Na região Norte, as usinas produtoras de açúcar substituíram os primitivos engenhos, fato que possibilitou o uso de um número menor de escravos. Já nos principais centros urbanos, era grande a necessidade do surgimento de indústrias. Visando não causar prejuízo financeiros aos proprietários rurais, o governo brasileiro, pressionado pelo Reino Unido,  foi alcançando seus objetivos lentamente.A primeira etapa do processo foi tomada em 1850, com a extinção do tráfico de escravos no Brasil. Vinte e um anos mais tarde, em de 28 de setembro de 1871, foi promulgada a Lei do Ventre-Livre. Esta lei tornava livres os filhos de escravos que nascessem a partir da decretação da lei.No ano de 1885, foi  promulgada a lei Saraiva-Cotegipe (também conhecida como Lei dos Sexagenários) que beneficiava os negros com mais de 65 anos de idade.Foi somente em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que a liberdade total e definitiva finalmente foi alcançada pelos negros brasileiros. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel (filha de D. Pedro II), abolia de vez a escravidão em nosso país. 
 Introdução 
  Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.
   Processo de abolição da escravatura no Brasil 
 Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana. Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos. Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.


Abolição da Escravatura
 Em 13 de maio de 1888, aPrincesa Isabel sancionou a Lei Áurea que aboliu oficialmente otrabalho escravo no Brasil. O fim da escravidão foi o resultado das transformações econômicas e sociais que começaram a ocorrer a partir da segunda metade do século 19 e que culminaram com a crise doSegundo Reinado e a consequente derrocada do regime monárquico.A ruptura dos laços coloniais e a consolidação do regime monárquico no Brasilasseguraram a manutenção da economia agroexportadora baseada na existência de grandes propriedades rurais e no uso da mão de obra escrava do negro africano. A escravidão, e a sociedade escravista que dela resultou, foi marcada por um estado de permanente violência.
Mas desde os tempos coloniais, os escravos
negros reagiram e lutaram contra a
dominação dos brancos, através da recusa ao trabalho, de rebeliões, de fugas e formação de quilombos.
  A vida dos negros brasileiros após a abolição
  Após a abolição, a vida dos negros brasileiros continuou muito difícil. O estado brasileiro não se preocupou em oferecer condições para que os ex-escravos pudessem ser integrados no mercado de trabalho formal e assalariado. Muitos setores da elite brasileira continuaram com o preconceito. Prova disso, foi a preferência pela mão-de-obra europeia, que aumentou muito no Brasil após a abolição. Portanto, a maioria dos  negros encontrou grandes dificuldades para conseguir empregos e manter uma vida com o mínimo de condições necessárias (moradia e educação principalmente).
O início do processo de libertação dos escravos e fim da escravidão 
  Na segunda metade do século XIX surgiu o movimento abolicionista, que defendia a abolição da escravidão no Brasil. Joaquim Nabuco foi um dos principais abolicionistas deste período.A região Sul do Brasil passou a empregar trabalhadores assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros, a partir de 1870.  Na região Norte, as usinas produtoras de açúcar substituíram os primitivos engenhos, fato que possibilitou o uso de um número menor de escravos. Já nos principais centros urbanos, era grande a necessidade do surgimento de indústrias. Visando não causar prejuízo financeiros aos proprietários rurais, o governo brasileiro, pressionado pelo Reino Unido,  foi alcançando seus objetivos lentamente.A primeira etapa do processo foi tomada em 1850, com a extinção do tráfico de escravos no Brasil. Vinte e um anos mais tarde, em de 28 de setembro de 1871, foi promulgada a Lei do Ventre-Livre. Esta lei tornava livres os filhos de escravos que nascessem a partir da decretação da lei.No ano de 1885, foi  promulgada a lei Saraiva-Cotegipe (também conhecida como Lei dos Sexagenários) que beneficiava os negros com mais de 65 anos de idade.Foi somente em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que a liberdade total e definitiva finalmente foi alcançada pelos negros brasileiros. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel (filha de D. Pedro II), abolia de vez a escravidão em nosso país. 



sexta-feira, 6 de abril de 2012

Idade Moderna


Idade moderna: renascimento cultural e reforma protestante


  Renascimento é o nome que se dá a um grande movimento de mudanças culturais, que atingiu as camadas urbanas da Europa Ocidental entre os séculos XIV e XVI, caracterizado pela retomada dos valores da cultura greco-romana, ou seja, da cultura clássica. Esse momento é considerado como um importante período de transição envolvendo as estruturas feudo capitalistas. As bases desse movimento eram proporcionadas por uma corrente filosófica reinante, o humanismo, que descartava a escolástica medieval, até então predominante, e propunha o retorno às virtudes da antiguidade. Platão, Aristóteles, Virgílio, Sêneca e outros autores greco-romanos começam a ser traduzidos e rapidamente difundidos.
A idade média é o período que vai da queda da Roma ocidental (476 d.C.) a 1453 d.C. que marca a queda de Constantinopla, os pensadores Italianos desprezaram esse milênio classificando essa fase como "idade das trevas", em razão do fanatismo religioso e da baixa produção cultural .Porém é importante ressaltar que esse tipo de nomenclatura não condiz com a verdade, a idade Média teve produção cultural relevante em diversas áreas.
O chamado Renascimento cultural teve sua origem nas cidades de Gênova e Veneza, essas cidades italianas abrigavam um comércio vigoroso com uma burguesia poderosa e disposta a financiar as artes e artistas, esses ricos comerciantes eram os mecenas e podemos dizer que o financiamento dos mesmos foi de fundamental Importância para o resgate da cultura e da Arte Greco-Romana. Basicamente podemos dizer que Renascimento cultural foi o conjunto de mudanças e inovações de ordem técnica e intelectual nas artes como uma toda uma nova forma de enxergar o mundo e a produção cultural, a razão passa a nortear os rumos da ação humana em todos os campos do conhecimento. Dentre as mudanças e novas características do Renascimento Cultural podemos citar Racionalismo, hedonismo, Universalismo, empirismo e humanismo.
No Renascimento literário podemos citar como principais expoentes Nicolau Maquiavel com o clássico livro " O príncipe" , Erasmo de Rotterdam com a obra "Elogio a loucura", Miguel de Cervantes autor do brilhante D. quixote, Camões com o clássico "Lusíadas" e Thomas Morus com seu livro "Utopia".

Renascimento Cultural

A idade média é o período que vai da queda da Roma ocidental (476 d.C.) a 1453 d.C. que marca a queda de Constantinopla, os pensadores Italianos desprezaram esse milênio classificando essa fase como "idade das trevas", em razão do fanatismo religioso e da baixa produção cultural. Porém é importante ressaltar que esse tipo de nomenclatura não condiz com a verdade, a idade Média teve produção cultural relevante em diversas áreas. O chamado Renascimento cultural teve sua origem nas cidades de Gênova e Veneza, essas cidades italianas abrigavam um comércio vigoroso com uma burguesia poderosa e disposta a financiar as artes e artistas, esses ricos comerciantes eram os mecenas e podemos dizer que o financiamento dos mesmos foi de fundamental Importância para o resgate da cultura e da Arte Greco-romana. Basicamente podemos dizer que Renascimento cultural foi o conjunto de mudanças e inovações de ordem técnica e intelectual nas artes como um todo, uma nova forma de enxergar o mundo e a produção cultural, a razão passa a nortear os rumos da ação humana em todos os campos do conhecimento. Dentre as mudanças e novas características do Renascimento Cultural podemos citar Racionalismo, hedonismo, Universalismo, empirismo e humanismo. No Renascimento literário podemos citar como principais expoentes Nicolau Maquiavel com o clássico livro " O príncipe" , Erasmo de Rotterdam com a obra "Elogio a loucura", Miguel de Cervantes autor do brilhante D. quixote, Camões com o clássico "Lusíadas" e Thomas Morus com seu livro "Utopia”. O renascimento Artístico tem vários nomes de ressonância, Leonardo da Vinci conhecido como "Homem universal" tem como principais obras a Moraliza e o quadro a santa ceia, Miquelângelo outro artista de importância imensurável é o autor das estátuas de Moisés e Davi, além de lindas Madonas e Pietás. A Ciência não ficou de fora das mudanças do período , Nicolau Copérnico, galileu Galilei e Johanneson Kepler que lançaram as bases da teoria Heliocêntrica. A crise do Renascimento Cultural tem suas raízes nos movimentos religiosos da idade moderna, a reforma protestante e as insanidades da inquisição católica criaram sérias limitações a produção cultural, também contribuiu para esse cenário o deslocamento do eixo econômico do mar mediterrâneo para o Atlântico com o ciclo dos grandes descobrimentos. O Renascimento Cultural trouxe uma análise mais racional e científica para os fenômenos que inquietavam o homem Europeu, o foco não era mais deus, a religião perde um relativo espaço para o antropocentrismo, respostas empíricas era a meta desses homens de letras que esperavam explicar o mundo sem as amarras da religião.

Bibliografia 


21 de Março


21 De Março Dia Internacional pela Descriminação Racial

  O Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e celebra-se em 21 de março em referência ao Massacre de Sharpeville. Em 21 de março de 1960, em Johanesburgo, na África do Sul, 20.000 pessoas faziam um protesto contra a Lei do Passe, que obrigava a população negra a portar um cartão que continha os locais onde era permitida sua circulação. Porém, mesmo tratando-se de uma manifestação pacífica, a polícia do regime de apartheid abriu fogo sobre a multidão desarmada resultando em 69 mortos e 186 feridos. Em memória a este massacre a Organização das Nações Unidas – ONU – instituiu 21 de março o dia Internacional de Luta contra a Discriminação Racial.
  Em 1976, a ONU escolhe o dia 21 de março como o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, para lembrar os 60 negros mortos e as centenas de feridos na cidade de Shapeville, África do Sul, em 21 de março de 1960. Estas pessoas foram vítimas da intransigência e do preconceito racial quando pacificamente realizavam uma manifestação de protesto contra o uso de “passes” para os negros poderem circular nas chamadas áreas “brancas” da cidade.

 Onde ocorreu, porque existiu e quando?

  Há exatamente 41 anos, no dia 21 de março de 1960, aconteceu em Sharpeville, nos arredores de Johanesburgo, na África do Sul, um massacre de negros que protestavam pacificamente contra a "Lei do Passe". A lei, que limitava os locais onde os negros podiam circular nas cidades, era uma das instituições mais odiadas da apartheid (regime de segregação racial mantido pelo governo sul-africano de 1948 a 1990). A polícia recebeu os milhares de manifestantes com rajadas de metralhadoras. O saldo final foi de 69 assassinados (entre eles, 19 crianças) e 186 feridos. Em memória à tragédia, que ficou conhecida como o Massacre de Shaperville, a ONU instituiu o 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial. Para a secretária de Políticas Sociais da Contraf-Cut, Deise Recorro, "é uma data oportuna para a reflexão e o diálogo com a sociedade, buscando reforçar a luta contra todo e qualquer tipo de racismo e preconceito no mundo". 

Relatório sobre o filme


Relatório sobre o filme 

  Após a idade das trevas a Itália iluminou o mundo. Emergiu da sinistra e devastadora peste negra e trouxe inovações, arte a glorificação do homem. Foi uma explosão de ideias brotadas das mentes mais esclarecidas de todos os tempos. Ali nasceram umas das maiores obras de arquitetura, arte e engenharia que o mundo já conheceu. Mas chegar a gênio era uma luta. Os construtores enfrentavam desastres naturais sem precedentes, os dogmas da igreja e os rivais. Essa foi a era dos arquitetos, a qual criou a gratificante sensação de que nada era impossível.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

A História do Dinheiro


          A historia do Dinheiro

  O dinheiro é o meio mais usado na troca de bens, na forma de moedas ou notas (cédulas), usado na compra de bens, serviços, força de trabalho, divisas estrangeiras ou nas demais transações financeiras, emitido e controlado pelo governo de cada país, que é o único que tem essa atribuição. É também a unidade contábil. Seu uso pode ser implícito ou explícito, livre ou por coerção. Acredita-se que a origem da palavra remete à moeda portuguesa de mesmo nome (o dinheiro). A emergência do dinheiro não depende de uma autoridade central ou governo. É um fenômeno do mercado; na prática, entretanto, os tipos de moeda mais aceites atualmente são aquelas produzidas e sancionadas pelos governos. As maiores partes dos países possuem um padrão monetário específico — um dinheiro reconhecido oficialmente, possuindo monopólio sobre sua emissão. Algumas exceções são o euro (usado por diversos países europeus) e o dólar (utilizado em todo mundo).O dinheiro em si é um bem escasso. Muitos itens podem ser usados como dinheiro, desde metais e conchas raras até cigarros ou coisas totalmente artificiais como notas bancárias. Em épocas de escassez de meio circulante, a sociedade procura formas de contornar o problema (dinheiro de emergência), o importante é não perder o poder de troca e compra. Podem substituir o dinheiro governamental: cupons, passes, recibos, cheques, vales, notas comerciais entre outros. Na sociedade ocidental moderna o dinheiro é essencialmente um símbolo – uma abstração. Atualmente as notas são o tipo mais comum de dinheiro utilizado. No entanto bens como ouro e prata mantêm muitas das características essenciais do dinheiro.

     Origem do Dinheiro                                                   

  Nos tempos mais remotos, com a fixação do homem à terra, estes passaram a permutar o excedente que produziam. Surgia a primeira manifestação de comércio: o escambo, que consistia na troca direta de mercadorias como o gado, sal, grãos, pele de animais, cerâmicas, cacau, café, conchas, e outras. Esse sistema de troca direta, que durou por vários séculos, deu origem ao surgimento de vocábulos como “salário”, o pagamento feito através de certa quantidade de sal; “pecúnia”, do latim “pecus”, que significa rebanho (gado) ou “peculium”, relativo ao gado miúdo (ovelha ou cabrito). As primeiras moedas, tal como conhecemos hoje, peças representando valores, geralmente em metal surgiram na Lídia (atual Turquia), no século VII A. C.. As características que se desejava ressaltar eram transportadas para as peças, através da pancada de um objeto pesado (martelo), em primitivos cunhos. Foi o surgimento da cunhagem a martelo, onde os signos monetários eram valorizados também pela nobreza dos metais empregados, como o ouro e a prata.Embora a evolução dos tempos tenha levado à substituição do ouro e da prata por metais menos raros ou suas ligas, preservou-se, com o passar dos séculos, a associação dos atributos de beleza e expressão cultural ao valor monetário das moedas, que quase sempre, na atualidade, apresentam figuras representativas da história, da cultura, das riquezas e do poder das sociedades. A necessidade de guardar as moedas em segurança deu surgimento aos bancos. Os negociantes de ouro e prata, por terem cofres e guardas a seu serviço, passaram a aceitar a responsabilidade de cuidar do dinheiro de seus clientes e a dar recibos escritos das quantias guardadas. Esses recibos (então conhecidos como “goldsmith’s notes”) passaram, com o tempo, a servir como meio de pagamento por seus possuidores, por serem mais seguros de portar do que o dinheiro vivo. Assim surgiram as primeiras cédulas de “papel moeda”, ou cédulas de banco, ao mesmo tempo em que a guarda dos valores em espécie dava origem à instituições bancárias.
  Os primeiros bancos reconhecidos oficialmente surgiram, respectivamente, na Suécia, em 1656; na Inglaterra, em 1694; na França, em 1700 e no Brasil, em 1808 e a palavra “bank” veio da italiana “banco”, peça de madeira que os comerciantes de valores oriundos da Itália e estabelecidos em Londres usavam para operar seus negócios no mercado público londrino.

Moeda de troca

  Devido à especialização da produção, os homens utilizavam o escambo, já que não possuíam ou não produziam a variedade de bens que atendessem as suas necessidades. Esse processo exigia que as partes desejassem exatamente o que a outra parte poderia oferecer e ainda que os seus valores fossem equivalentes. Em função dessa necessidade, originou-se a utilização de um instrumento facilitador de trocas, de valor padronizado, a moeda. Inicialmente, foram utilizados objetos, que por possuírem valor intrínseco, tornaram-se aceitos na obtenção de bens por todos da comunidade. A escolha desses instrumentos monetários se dava em decorrência da sua utilidade e /ou escassez, como também em função da divisibilidade, homogeneidade e facilidade de manuseio e transporte.

Moeda-Mercadoria

Consisti na utilização de bens, tais como o sal, o gado, as conchas dentre outros, por vários povos para a obtenção de outras mercadorias.

Moeda Metálica

  Apesar do crescente uso de cheques, cartões de crédito e mais recentemente de cartões eletrônicos, a moeda metálica continuou a servir de troco e meio de pagamento para transações de menor valor no Brasil e no mundo. O advento do euro, a nova moeda da União Europeia, reforçou a importância da moeda metálica, dando origem à cunhagem, pelos países membros da união monetária, de moedas com tipos comuns de reverso com indicação de valor, reservando-se os anversos para tipos nacionais próprios.
 Assim, a moeda metálica continua sendo uma realidade do dia-a-dia da população mundial. A sua história merece ser bem conhecida já que a história monetária reflete em boa parte a evolução das sociedades em que as moedas circularam.  É esse o objetivo da presente exposição, que pretende também situar os vários regimes monetários adotados por diversas civilizações nos últimos 2600 anos, no contexto de seu desenvolvimento histórico e artístico. Privilegiaram-se não somente as ilustrações referentes à produção e ao uso da moeda e às transações comerciais nas diversas épocas, mas também as relativas ao trabalho de metais, às artes plásticas em geral, e à arquitetura das várias civilizações, que de alguma forma influenciara a temática e o padrão estético de suas moedas metálicas.

Papel Moeda

  O Papel-moeda é dinheiro na forma de papel impresso emitido por um banco. O papel-moeda tem as mesmas finalidades que as próprias moedas. A ideia do papel-moeda nasceu no dia em que um individuo, necessitando de moedas correntes, entregou a outra um vale para troca de mercadorias ou metais (ouro, prata, ferro ou cobre), depois dado em pagamento a um terceiro, com direito de recebê-lo do emitente. Com função semelhante, circularam na Idade Média recibos de depósitos de ouro em pó, que circulava como moeda-corrente, pois era facilmente divisível, mas difícil de ter sua pureza garantida. Esses comprovantes chamavam-se recibos de ourives, pois eram neles que certos comerciantes confiavam, graças à sua idoneidade e cuja assinatura garantia os valores apresentados. A partir de meados do século XIX, o Estado assumiu a emissão e o controle da moeda nacional. Atualmente, o Papel-moeda ou Moeda Fiduciária (baseada na confiança da sociedade) “é constituída por moedas metálicas e notas que circulam livremente no país”. Ela não possui lastro metálico e é inconversível em ouro, cabendo ao Estado a responsabilidade de garantir o seu valor por meio da quantidade de moeda liberada.

      A Historia do Dinheiro no Brasil

   O primeiro dinheiro do Brasil foi a moeda-mercadoria. Durante muito tempo, o comércio da terra foi feito por meio da troca de mercadorias, mesmo após a introdução da moeda de metal. As primeiras moedas metálicas - de ouro, prata e cobre – chegaram com o início da colonização portuguesa. A unidade monetária de Portugal, o REAL, foi usada no Brasil durante todo o período colonial. Assim, tudo se contava em réis – plural popular de real – com moedas fabricadas em Portugal e no Brasil. As casas fabricantes de moedas foram aqui criadas à medida que os lugares iam desenvolvendo-se e necessitavam de dinheiro. A primeira foi a Casa da Moeda da Bahia, seguida pelas do Rio de Janeiro, Pernambuco e Minas Gerais.

     A Historia do dinheiro no Mundo

  O dinheiro é o mais meio usado na troca de bens, na forma de moedas ou notas (cédulas), usado na compra de bens, serviços, força de trabalho, divisas estrangeiras ou nas demais transações financeiras, emitido e controlado pelo governo de cada país, que é o único que tem essa atribuição. É também a unidade contábil. Seu uso pode ser implícito ou explícito, livre ou por coerção. Acredita-se que a origem da palavra remete à moeda portuguesa de mesmo nome (o dinheiro).A emergência do dinheiro não depende de uma autoridade central ou governo. É um fenômeno do mercado; na prática, entretanto, os tipos de moeda mais aceites atualmente são aquelas produzidas e sancionadas pelos governos. A maior parte dos países possuem um padrão monetário específico — um dinheiro reconhecido oficialmente, possuindo monopólio sobre sua emissão. Algumas exceções são o euro (usado por diversos países europeus) e o dólar (utilizado em todo mundo).O dinheiro em si é um bem escasso. Muitos itens podem ser usados como dinheiro, desde metais e conchas raras até cigarros ou coisas totalmente artificiais como notas bancárias. Em épocas de escassez de meio circulante, a sociedade procura formas de contornar o problema (dinheiro de emergência), o importante é não perder o poder de troca e compra. Podem substituir o dinheiro governamental: cupons, passes, recibos, cheques, vales, notas comerciais entre outros.Na sociedade ocidental moderna o dinheiro é essencialmente um símbolo – uma abstração. Atualmente as notas são o tipo mais comum de dinheiro utilizado. No entanto bens como ouro e prata mantêm muitas das características essenciais do dinheiro.

Conclusão

 Percebi que a necessidade de adquirir outros bens e as dificuldades do escambo direto, provocou o desenvolvimento da moeda – instrumento que facilitou substancialmente as práticas comerciais. A utilização da moeda passou por varias fases, apresentando para cada momento histórico, uma alternativa para atender a demanda de facilitar o processo de troca de mercadorias ou bens. Percebeu-se ainda, que essas necessidades – de adquirir outros bens possibilitaram que a moeda exercesse suas funções, contribuindo assim, para o desenvolvimento comercial, para a criação das instituições bancárias e para o crescimento econômico e social de cada nação.
  
Bibliografia

http://pt.wikipedia.org/wiki/Dinheiro

http://www.bcb.gov.br/?HISTDIN

http://www.bc.gov.br/?ORIGEMOEDA